segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Vai começar...
Em Outubro, supostamente, a temperatura diminui. Este ano, eu prevejo passar o Natal na praia, tendo em conta a temperatura fantástica que tem estado em pleno Outono. [Foi um aparte :b]
Continuando, o tempo para escrever no blog é bastante reduzido, devido ao início das aulas e dos treinos. Contudo, não poderia deixar de destacar o início do tão aguardado Campeonato!
Exactamente, este fim-de-semana inicia-se, para diversos escalões, o Campeonato Distrital de Lisboa!
As Juniores, no Sábado vão disputar um jogo, que prevê-se equilibrado, com a SIMECQ, às 15h. As Iniciadas, jogam no Domingo, dia 11 de Outubro, às 09h15m, com o SLBenfica e, de seguida, às 11h15m, as Cadetes, com a equipa do Estoril Basket. Todos os jogos realizar-se-ão em "casa".
Boa sorte e uma excelente época! :)
Cadetes Femininos 09/10
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Entrevista
"Venha conhecer mais uma jovem promessa do basquetebol nacional. Com apenas 14 anos de idade, mas já com vários anos de prática da modalidade, Débora Herzig sabe bem que o basquetebol é uma escola da vida.
Como gostas de passar o teu tempo?
Gosto de jogar basquetebol e fazer desporto em geral, ler, escrever no meu blog, internet e estar com a minha família e amigos.
Com que idade começaste a jogar basket? Como é que tudo se passou?
Iniciei a prática desportiva, em minibasquete, na UDOB. Não sei exactamente o ano exacto em que entrei... A minha treinadora era a Natália André (Natas), que agora pertence à equipa sénior do Algés. Estive um ano e alguns meses, tendo depois deixado, por não conseguir conciliar com o Karaté e com a Natação. Passado alguns anos, na época 2006/07 fui jogar para o CAC Pontinha, clube que acabou nessa época e recomeçou com alguns elementos, no Carnide Clube.
O que é o Basquetebol já fez por ti?
No basquetebol aprendi coisas que nunca me ensinaram na escola: a força de vontade, a persistência, o respeito mútuo, a humildade, a concentração, saber lidar com o previsto e o imprevisto, o controlo das emoções e, sobretudo saber o que é, na realidade, fazer parte de uma equipa. “O basquetebol é uma amostra da vida!”
Que recordações trazes da UDOB e do Carnide?
Quando estive na UDOB, era muito nova, não tenho grandes recordações, mas lembro-me o quanto adorava as minhas treinadoras. Divertia-me imenso naqueles treinos e, por isso, quando a Natas falou comigo para passar a treinar com as iniciadas, não quis. Fiquei muito triste quando tive de abandonar. Mais tarde, quando tive disponibilidade para voltar, a UDOB acabou.
O Carnide é o meu clube do coração, foi onde despertou o grande interesse pelo basquetebol, onde tive o início da minha formação como jogadora. Tive a oportunidade de jogar em todos os escalões.
Não posso deixar de agradecer a todas as pessoas do Carnide pela formação que tive, onde ainda tenho grandes amigos. Todos os momentos que passei naquele clube são recordações muito boas.
Ao longo da tua carreira, qual foi o momento que mais te marcou? Porquê?
Vários momentos me marcaram, tanto positiva como negativamente, mas todos eles serviram de aprendizagem. A medalha de MVP que recebi no Torneio Internacional da Amadora, teve grande valor para mim, talvez por ter sido a primeira. Tal como o Inter09, pela Selecção Sub16 e, um dos jogos de Seniores Femininos com o Náutico de Abrantes que vencemos no último segundo, após prolongamento.
No jogo de basquete, o que te dá mais prazer fazer?
Apesar de gostar de marcar triplos porque além de valer mais pontos é um lançamento difícil, pois é realizado a uma maior distância, o que realmente me dá mais prazer é realizar uma assistência. Não há melhor sensação.
“Unidos venceremos, divididos cairemos”
Qualidade:
Humildade
Defeito:
Teimosia
Pessoas que te marcaram de forma positiva na tua carreira de atleta:
Gonçalo Marques, Telmo Botelho, Joana Fialho, Ivo Antunes, e como disse, todas as pessoas do Carnide, principalmente as minhas ex-colegas! E a minha família, que sempre me apoiou em tudo.
Quais são os teus ídolos e porquê?
Não tenho nenhum ídolo em especial. Tento tirar o bom de vários jogadores que posso observar, sejam eles profissionais ou não.
Esta época optaste por mudar para o ADESintra. Porquê? E porquê o ADESintra?
No final da época passada decidi que o melhor para a minha evolução como jogadora era mudar de clube, apesar de ter sido muito difícil chegar a esta decisão. A escolha pelo Algueirão deveu-se bastante ao facto de sempre tê-lo visto como uma das melhores escolas de formação. É um clube bem estruturado e organizado.
Os resultados são uma consequência natural do trabalho desenvolvido nos treinos.
Constatei de facto que, para além do clube, existe uma família, em que todos colaboram e estão prontos a ajudar. Estou a gostar muito desta nova experiência, dos novos treinadores e da nova equipa.
Que objectivos tens para o teu futuro, tanto no basquetebol como fora dele?
Os meus objectivos pessoais passam pelos estudos, mas não quero deixar o basket! Iniciei agora o 10º Ano, no curso de Ciências e Tecnologias, para mais tarde seguir Fisioterapia. Pretendo conciliar as duas coisas, se me for possível. Quero continuar a jogar durante muitos anos e talvez tornar-me profissional. Gostava muito de chegar à Liga Espanhola.
E o que pensas fazer para atingir esse objectivo?
Muito trabalho e dedicação.
Já tentaste ler artigos ou notícias que te possam ajudar a evoluir como jogadora?
Sim, vou tentando manter-me sempre a par de quase todas as notícias do basquetebol nacional e internacional, ler entrevistas de jogadores experientes e artigos de treinadores.
Sei que te iniciaste como monitora de minibasquete. Não queres partilhar essa experiência com os leitores?
A época passada contribuí na ACR Quinta do Mendes, na equipa de mini 8.Foi uma experiência muito enriquecedora. Senti que consegui, de alguma forma, transmitir valores e o gosto pelo basquetebol aqueles jovens jogadores. Infelizmente tive de deixar por falta de disponibilidade. Pretendo daqui a uns anos voltar a contribuir no minibasquete, é fascinante poder estar no início da carreira daquelas crianças e com o tempo observar a sua evolução.
Na minha modesta opinião, a federação portuguesa de basquetebol e, principalmente a ABLisboa está a fazer um excelente trabalho. Creio que o minibasquete deu um salto muito qualitativo. Os próprios clubes dão mais importância a este escalão. Deviam continuar assim, pois os minis são os futuros grandes jogadores. Apesar de tudo isto, penso que deveriam aumentar o número de eventos ligados ao basquetebol e existir uma maior divulgação, principalmente nas escolas.
O que aconselhas aos atletas que estão a ler esta entrevista?
Nunca deixem de acreditar em vocês próprios e continuem sempre a lutar! Corram sempre atrás daquilo que ambicionam e não desistam por aparecerem obstáculos, pois isso faz parte da carreira dos melhores. Mas, humildade acima de tudo! Ninguém gosta de jogar com pessoas que não admitem os erros e que querem resolver as coisas sozinhas. E, sobretudo, não deixem que o objectivo de vencer se sobreponha à alegria de jogar.
O que achas do site Planeta Basket?
Neste momento, acho que o Planeta Basket é dos sites mais completos do país. Abrange um pouco de tudo: entrevistas, análises e, as notícias estão sempre actualizadas. Gosto bastante!
Débora, muito obrigada pelo teu contributo. Desejo-te uma excelente época e que consigas atingir os teus objectivos num futuro próximo."
Arquivo: Página Futuro hits:239
in www.planetabasket.pt / www.simecqbasquetebol.blogspot.com
domingo, 13 de setembro de 2009
"Tudo muda, tudo parte"
Passado um ano e ténues meses estavas ali, frente a frente comigo, cabelo e olhos negros, esses cintilantes, vivos como uma chama acesa, que contrastavam com a roupa escura.
As palavras básicas foram mencionadas, em breves minutos, que passaram a segundos e desapareceram, em instantes.
Sinceramente, não sei bem o que falar sobre o período que decorreu entre esta noite e a próxima vez que te vi. Passaram meses e poucas foram as mensagens, telefonemas ou e-mails que trocámos.
Contudo, deixo Lisboa e sigo em direcção a norte...
Estávamos a meio do mês de Agosto. O sol brilhava intensamente. 16, era a hora marcada. O rio, iluminado pela estrela central do nosso sistema planetário, estava extraordinário. O remexer das árvores era tão suave e tranquilo. A sombra que delas provinha era ainda mais agradável. É um lugar diferente, onde o passado e o presente se misturam, e a serenidade do ambiente cede dias de sonho.
Acho que tudo naquela cidade me parecia novo, tão novo, que me fazia parecer que nada daquela beleza natural existiria em Lisboa. Seguramente existe, mas eu nunca me dei à magnificência de apreciá-la.
Estavas diferente, diferente o suficiente para eu dizer que não eras, certamente, tu. Um rudimentar corte, exacto. Que parvoíce!
As horas passavam e continuávamos ali, a falar… O que decerto nunca teríamos falado, ou se falámos, foi por telemóvel. Diferente, obviamente.
Aí o tempo passava devagar. Poucas pessoas se viam na rua, as lojas estavam, maioritariamente, fechadas, um silêncio enorme era quebrado por crianças que ali passavam. Umas brincavam com a família, outras corriam e gritavam atrás dos pombos, todas elas despertavam a atenção, mas lembro-me especialmente de um menino que passou por nós naqueles carros vermelhos, iguais aos da Expo, enquanto tu disseste “será que também posso andar?”.
Nesse breve espaço de palavras lembrei-me o quanto gostava de ti quando era mais nova. Crianças inocentes, que tolice, nem nos conhecíamos. Lembro-me tão bem quando disseste que por mim procuravas Carnide e pediste-me que fosse ter contigo a Lisboa, pois estavas lá numa visita de estudo. Em tão pouco tempo ficaste um homem. Um “super”, por assim dizer. As histórias encantadas terminaram nesse exacto ano, 2007. Decerto, nunca existiram, apenas na nossa mente, de crianças.
Passaram horas, minutos, segundos e aquele fim-de-semana, terminou a observar-te ir embora. Parece que foi ontem. Direccionei o meu olhar ligeiramente para trás, saíste pelo jardim, atravessaste a estrada, seguiste em frente, e a tua t-shirt verde, jamais a vi.
Depois desse dia, Sexta-Feira, 21 Agosto, o que aconteceu foi esquecido, abandonado, no formato de uma carta, dentro de uma garrafa, no Rio Mondego, nas terras de D.Pedro e D.Inês.
Coreografia bem executada, musical concluído.
Hoje, Domingo, dia 13 de Setembro, pelas 03h28m, já em casa, chego à conclusão que, naturalmente, não te reconheci, naquele dia, porque nunca te cheguei a conhecer.
Presumivelmente, só conheci a criança que existiu e, sabes… vou continuar a tratar-te como tal.
O sorriso aparece, ligeiramente, «sorriso do hei-de voltar». Este foi o melhor sítio para me despedir do verão.
“SD, não. Apenas DC, sff.”
sábado, 12 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
A novela de verão, Ricky Rubio
Finalmente a 'novela do Verão' chegou ao fim! O jovem base Ricky Rubio vai jogar no Regal Barcelona, tendo já sido apresentado pelo clube culé, numa cerimónia que teve lugar em Camp Nou - está assim estabelecido um novo máximo no que toca aos valores de transferência de um jogador de basquetebol entre clubes europeus, €3.7 milhões.Acaba assim uma história nem sempre bem contada, com muitas voltas e reviravoltas pelo meio, com escolhas e decisões que mais tarde vieram a ser corrigidas. Acaba assim uma história confusa, que pode ter ajudado a denegrir um pouco a positiva imagem que Ricky Rubio vinha criando, mas sobretudo fica a ideia de que o jovem base catalão não terá sido aconselhado da melhor maneira por parte dos seus representantes.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
"...Agora simplesmente durmo para sonhar."
CC
À Joana e ao Telmo (Vasco, Bea e Ivo), se alguma vez vos disserem que vos falta qualidade... por favor, riam-se... mas ás gargalhadas...(Como só tu sabes Payasa). São 'treinadores/estagiários' á dois anos, e ajudaram a formar uma atleta que foi referenciada para o CNT em 2008, jogou na selecção de Sub-16 com 14 anos (...)"
Trein.Gonçalo Marques,
in http://www.basketfemininocc.blogspot.com/
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Novo rumo
sábado, 29 de agosto de 2009
Breve olhar
"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para frente." Soren Kierkegaard
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Wahrheit
A informação e a sua publicação a nível do desporto escolar, dos escalões mais baixos do federado e de algumas modalidades são escassas.
A comunicação social dá importância, por vezes excepcional, aos desportos profissionais e, de entre estes, aos mais populares em cada país ou região.
Desde modo, os atletas e respectivos jogos só recebem atenção e são divulgados na imprensa quando se inserem nesses desportos e nos seus escalões mais altos. Tal como o Futebol, em Seniores Masculinos.
É em torno desses desportos e atletas que se desenvolve a grande maioria da projecção dada pela comunicação social. Os restantes recebem pouca ou nenhuma atenção (a não ser por vezes por parte da imprensa regional, escolar ou de pequenas publicações).
Um exemplo, lembram-se daquele atleta que se queixava que a Federação Portuguesa de Atletismo não lhe pagava umas sapatilhas?
Será que existe algum jogador de Futebol que exponha a mesma queixa? Claro que não. Seria ridículo se tal acontecesse, pois o dinheiro que recebem dá para pagar umas quantas sapatilhas.
Passando um pouco ao basquetebol. Será possível decorrer um Europeu de Sub16 Masculinos, em Portugal e a comunicação social, em particular a televisão, não ter apelado uma única vez para os Portugueses irem a apoiar a sua selecção neste Campeonato Europeu?
No Futebol, quando tal Campeonato Europeu decorreu em Portugal, no Ano de 2004, o país parou! Era impossível sair à rua em dia de jogo!
No Mundial, apesar das muitas críticas feitas por algumas selecções, como a campanha que a imprensa Inglesa fez sobre o nosso futebol, designando-o como "teatral", às vozes miudinhas vindas das terras alemãs e os franceses, que caíram no ridículo de desconhecer Scolari, nada nos deitou a baixo. Depois da derrota frente à França, os Portugueses saíram à rua, buzinaram, fizeram barulho e, por incrível que pareça, aumentaram as bandeiras nas janelas.
Foi bonito de se ver! Qualquer Português sentia orgulho em levantar a nossa bandeira, o nosso cascol.. O apoio era e continua a ser incondicional!
Será pedir muito que haja, com os outros desportos, um quarto do apoio que existe, a todos os níveis, para o Futebol?!
Será possível não ter existido uma reportagem por parte da Televisão Portuguesa, digna do lugar obtido pela nossa Selecção Sub18 Fem.? Porque apesar de não terem obtido o 4º Lugar no Mundial, como a nossa Selecção Nacional de Futebol, as jogadoras desta selecção e o respectivo staff fizeram história, obtendo o 5º Lugar no Campeonato Europeu, mesmo sem o apoio pretendido!
É mais engraçado falar sobre o relacionamento do Yannick Djaló com a Luciana Abreu e nas peripécias da vida de Cristiano Ronaldo, que no esforço que os jogadores e equipas técnicas das Selecções Nacionais (não só de Basquetebol) fazem, ao trocar o seu Verão, por treinos e jogos, sem receber nada, para além do enriquecimento pessoal, claro.
Tudo por amor à camisola..
Isto na minha modesta opinião.
E certamente este objectivo não vai deixar de se concretizar por sermos pequenos.. Como muitos dizem. Porque não somos, de facto. Só mesmo quem não conhece a nossa história para achar que Portugal é pequeno, pequeno demais para sair vitorioso num campeonato europeu ao lado de países que não tem metade do nosso passado. Afinal quem é grande, quem é?!
Selec. Nac. Seniores Fem. x Montenegro - Pavilhão Multidesportos de Coimbra (Académica) - 20h30m.
Apareçam e apoiem o nosso grande país:)
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
"Façam o favor de ser felizes" RS
Durante a infância contam-nos histórias cujo final termina, invariavelmente, "e foram felizes para sempre...". Não nos dizem que esse estado durou apenas uma hora, ou uma década, mas sim que não teve fim. Certo é que essa sementinha vai germinando dentro de nós e criando ilusões. Um dia, pensamos, serei eu também uma princesa que encontrará um reino onde possa ser acarinhada até ao fim da vida! Mas, pouco a pouco, as ilusões vão sendo substituídas pela realidade, essa sim bastante mais dura. Olhamos à nossa volta e averiguamos que poucas pessoas são, de facto, felizes.Umas preferem iludir-se e transmitir cá para fora uma imagem imaginária, outras arrastam-se pela vida de uma forma penosa, como se nada lhes fizesse sentido. Mas afinal o que é a felicidade? Sendo uma emoção, é, também, algo que por definição é curto no tempo. O mesmo se passa com as outras cinco emoções: a surpresa, o medo, o desgosto, a raiva e a tristeza. Ninguém pode sentir-se surpreendido durante muito tempo, deparamos sempre com alternativas que nos protegem do medo e permitem ultrapassar os momentos de tristeza, logo, também o estado de felicidade se desvanece, por vezes muito rapidamente. Quantas pessoas ouvimos dizer que foram felizes no passado e que agora a vida não lhes diz nada? Na altura, não valorizaram o que tinham, porque acharam que era algo perfeitamente banal, agora, face à adversidade, dedicam-se a comparar o passado com o presente. Faz parte da natureza humana querermos sempre mais e mais...
É certo que este desejo nos impele a ir para a frente e nos confere algum sentido para a vida, mas viver sempre no futuro é não conseguir aproveitar o que o presente tem de bom.A gestão de expectativas tem também muito que ver com a questão de procura de felicidade. Expectativas demasiado elevadas em relação à vida e ao que ela nos pode reservar são meio caminho andado para a frustração.
Precisamos de "viver na escuridão, para darmos valor ao brilho do sol!". Parece que vamos perdendo capacidades de nos iludirmos e mesmo os contos de fadas modernos já deixaram de ter finais felizes para sempre.Procuramos, a todo o custo, encontrar um caminho que nos conduza directamente à felicidade e, nessa ansiedade, esquecemo-nos de que ele está muito perto de nós, ou mesmo dentro de nós. Basta desejarmos menos, aproveitarmos mais e aprendermos a viver um dia de cada vez. No fundo, tudo se resume a dar ouvidos à velha ideia que nos aconselha a olharmos para o lado da garrafa cheia, ao invés de valorizarmos a parte vazia! Não é que isto impossibilite o facto de crermos que a garrafa poderá estar totalmente cheia.
DéboraHerzig
24/08/2009
domingo, 23 de agosto de 2009
De volta à rotina ..
D X C , Basquetebol
Um campeão só depende de si próprio..
Sonhar
sábado, 22 de agosto de 2009
One love, One life.
Iniciados Femininos Carnide Clube
Selecção Distrital Sub14 Femininos ABLisboa
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Presente
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Até já
Hoje esta nossa união de espírito é mais plena graças a tudo o que vivemos juntas, e ao turbilhão de sentimentos que partilhámos. Juntas unimo-nos em prol de um objectivo, juntas lutámos, perdemos, vencemos, sorrimos, chorámos, mas nunca deixámos de ser um grande grupo.
Vivi grandes momentos com vocês, e disso, juro que nunca me vou esquecer. Desde o primeiro treino, o primeiro jogo, a primeira vitória, a primeira derrota, as fotos à entrada da Vergílio e os banhos com roupa, depois do treino, o primeiro almoço e jantar de equipa, as nossas festas de natal, os nossos aniversários, onde encontrávamos sempre algum actor :b, a minha festa surpresa, as nossas músicas, o grande Torneio da Amadora, o estágio no Chouto, os bares do CC, a Gala do Desporto, a viagem a Itália, entre outros momentos únicos, inexplicáveis...
Acho que tenho muita sorte em ter tido a oportunidade de conhecer-vos e jogar com vocês, e principalmente ter tido a oportunidade de vos ter como treinadores :'). E sinto-me, sinceramente, à vontade para dizer, sem medo de errar, que tenho aqui grandes amigos. Infelizmente, vou mudar, mas quero que todos vocês saibam que por mais palavras que utilize jamais serei capaz de expressar todo o sentimento que tenho por vocês.Este período de afastamento não vai significar o fim de alguma coisa, não vai ser o suficiente para que eu esqueça o carinho com que sempre fui tratada por todos e, da mesma forma,o que dediquei a cada uma de vocês, à equipa e ao clube, pelo contrário, tudo isto é apenas uma nova fase...
OBRIGADA:
Minis: Ana Garcez
Iniciadas: Renata Trindade, Verónica Fernandes, Inês Santos, Carolina Batalheiro, Camila Contreras, Mafalda Guerreiro, Joana Coelho, Joana Roberto, Ana Ferreira, Madalena Roberto
Cadetes: Filipa Diniz, Margarida Beja, Cátia Fernandes, Catarina Monteiro, Catarina Moreira, Lilyane Fernandes, Marisa Gomes, Sara Gonzalez
Juniores: Mónica Tomás, Eunice Gomes, Marta Reis, Kristina Leong, Nina Fofana, Solange Alvito, Inês Costa, Marta Miguel, Madalena Faria, Beatriz Lino
Seniores: Joana Fialho, Teresa Rocha, Beatriz Gonzalez, Rita Oliveira, Silvia Andrade
Treinadores: Gonçalo Marques, Joana Fialho, Ivo Antunes, Telmo Botelho, Vasco Almeida, David Guerreiro, Pablo del Castro
Adoro-vos, CC!
Gala do Desporto 2009 (Falta muita gente)
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Folhas não são folhas
O meu destino tentei passar para uma folha de papel. Numa simples página dizia o que tinha a dizer, o que sentia e o que esperava do futuro. O presente obrigava-me a fazer constantes alterações nessa mesma folha, frases passavam a simples palavras assim como sonhos passavam a um simples “nada”, como prova de que esses simples “nadas” existiam na folha sobressaiam os rasgões provocados pela borracha de tantas vezes os alterar ou simplesmente apagar. Mas a folha mantinha-se lá, era a mesma, a única diferença é que tinham surgido mais uns rasgões. Era fraca, até com o simples passar da caneta por vezes rasgava. Era como se o destino não quisesse que eu escrevesse, talvez não quisesse que eu me iludisse, já sabia que tudo o que eu ali escrevesse iria acabar por apagar e novos rasgões surgiriam. Ás vezes nem escrevia, a caneta falhava, falhava unicamente naquela folha, até a caneta temia por mim, já nem ela queria mais ver aquela pobre folha sofrer.quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Receita da semana :D
250grms de determinação em grão
100grms de atitude em pó
100grms de força de vontade
Mistura-se tudo com Confiança.
Bate-se tudo (em todas) juntando-se humildade quanto baste a cada um dos ingredientes e obtem-se uma equipa difícil de roer para qualquer adversário.


























